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  26. 01. 2019
  INAUGURAÇÃO
  OPENING
 

22 h / 10 pm

de / from
26.01 a / until 09.03

Dora Vieira
Doutor Urânio
Tomé Duarte

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  DORA VIEIRA

dora vieira

"Human Transformation Makeup Tutorial"
7' 06''

2019

musica: Das Monstrvm ''What is left after''
do album ''Sovnd ov Machinas''

sinopse:
*** Hi guys! This is my first makeup tutorial, hope you enjoy!
To watch other videos please go to my Youtube channel DOR_AV ---> https://www.youtube.com/channel/UC6gYxSAnbRLxB6ono4hfZFA <---
Don't forget to like and subscribe!
Have fun!! :):) ***

Makeup used:
Yes Love Moisturizing Foundation
Max Factor X Eye Luminizer
D'Donna Bronzing Powder
D'Donna Matte Double Blush
D'Donna Moon Eyeshadow
Essence The False Lashes Mascara
Character Natural Color Eyebrow Pencil
Black Pencil Eyeliner
Yeshi Professional Fake Eyebrows
Makeup Revolution 'Reckless' Lipstick
The Body Shop  Hi-Shine Lip Treatment
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  DOUTOR URÂNIO

doutor uranio

"O Odionauta"
2019

sinopse:
O filme é baseado no conto de Artur de Vasconcelos Sobral de 1967, Odionauta é um enigmático delírio espacial transformado numa célere vídeo-colagem de interpretação livre e nefasta.
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  TOMÉ DUARTE

tomé duarte

"Arte de não viver para a geração nova"
2019

sinopse:
Aqueles que denunciam do alto de seus grandes sentimentos o desprezo policial exortam já a que se viva no desprezo policiado / o ambiente de falsa comunicação faz de cada qual o polícia dos seus próprios encontros / não existe tempo morto nem qualquer trégua entre agressores e agredidos / o desespero é a doença infantil dos revolucionários da vida quotidiana / sob o ângulo da coacção, a vida quotidiana é regida por um sistema económico na qual a produção e o consumo da ofensa tendem a equilibrar-se. O velho sonho dos teóricos do comércio livre busca assim a perfeição nos caminhos de uma democracia remendada pela falta de imaginação que caracteriza o pensamento de esquerda / existe, à medida que desaparecem os agentes de doenças específicas, uma proporção crescente de pessoas que morrem daquilo a que se chama doenças de usura provocadas pela tensão, ou seja, pelo desgaste do corpo na sequência de conflitos, embates, tensões nervosas, contrariedades, ritmos debilitantes / uma ética inteira fundada sobre o valor mercantil / o sentimento da humilhação nada mais é que o sentimento de ser objecto / não se trata de modo algum de fazer a apologia do terrorismo, mas de reconhecer nele o gesto mais compassivo e mais digno, susceptível de perturbar, denunciando-o, o mecanismo auto-regulador da comunidade social hierarquizada.

E o amor, por sua vez, amplia a ilusão da unidade. E na maior parte do tempo não passa de abortos e bagatelas. O medo de refazer a dois ou a dez um caminho demasiado igual e demasiado conhecido, o do isolamento, ameaça com o seu acordo gelado as sinfonias amorosas. Não é a imensidão do desejo insatisfeito que desespera, mas a paixão nascente confrontada com o seu vazio. O desejo inextinguível de conhecer apaixonadamente nasce na angústia e no medo de amar, de tal modo receamos não nos libertarmos nunca dos encontros de objectos. A aurora em que o abraços se soltam é semelhante à aurora em que morrem os revolucionários sem revolução. O isolamento a dois não resiste ao isolamento de todos. O prazer desfaz-se prematuramente, os amantes reencontram-se nus no mundo, os seus gestos tornam-se subitamente ridículos e sem força. Não há amor possível num mundo infeliz. Uns poucos existem enamorados pelo prazer de amar sem reservas, apaixonados o bastante para oferecer ao amor o leito sumptuoso de uma revolução.

Tal como a multidão, a droga e o sentimento amoroso, o álcool possui o privilégio de enfeitiçar o mais lúcido espírito. Graças a ele, o muro compacto do isolamento parece um muro de papel que os actores rasgam segundo a sua fantasia, pois o álcool dispõe tudo num plano teatral íntimo. Ilusão generosa e que por isso mais seguramente mata.

Num bar enfadonho, onde as pessoas se entendiam, uma jovem bêbada parte o seu copo, agarra numa garrafa e rebenta-a contra a parede. Ninguém se perturba; decepcionada na sua expectativa, a jovem consente em ser expulsa. Contudo, o seu gesto encontra-se, virtualmente, na ideia de todos. só ela o concretizou, só ela penetrou na primeira cintura radioactiva do isolamento. Ficou sozinha, como sozinho fica o marginal que queima uma igreja ou mata um polícia, em acordo consigo mesmo, mas cantonado ao exílio enquanto os outros viverem exilados da sua própria existência.

Adaptação de The Revolution of Everyday Life / Arte de Viver para a Geração Nova, Raoul Vaneigem.
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  Dora Vieira

N. 1991 em Barcelos.
O seu trabalho percorre simultaneamente os domínios da pintura, da colagem a duas e três dimensões, do vídeo, da instalação e da música,
alentado por expedições aos universos transcendentais dos homens e dos deuses, do entrelaçamento entre a realidade e a fantasia, a religião e a imaginação,
o físico e o incorpóreo, e as suas relações com as realidades contemporâneas da tecnologia e do espectáculo.
Partilhou o seu trabalho visual e audiovisual em eventos como o 'Loading Fest' (com a curta-metragem 'Psicorragia'), 'Corporate Relax' (com a instalação colectiva
'Footwork'), 'Frigatriscaidecafobia' (com as esculturas/assemblages 'Altar I e II'), 'Ácida NYE' (com a instalação colectiva 'Chuva Ácida'), 'Carroça da Bruxa'
(instalação colectiva em colaboração com a Oficina Arara), entre outras.
Colabora extensivamente com a editora / colectivo Favela Discos, participando desde 2014 em diversas actividades maioritariamente dentro da área da música,
mas também em exposições, instalações, performances e curadoria.
De Abril a Junho de 2015 assumiu em conjunto com David Ferreira e David Machado, a curadoria do espaço 'Alma em Formol' na Rua do Almada, Porto, actividade que mais
tarde se viria a metamorfosear na produtora Ácida, actualmente dirigida por David Ferreira.
Para além do seu trabalho como artista visual, integra actualmente o duo de música electro-acústica 'Bezbog' e o trio de metatechno 'Judas Triste'.
Licenciou-se no ano de 2013 em Multimédia - Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, tendo estudado também pintura a
bordo do programa Erasmus na National Academy of Arts em Sofia, Bulgária.
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  Doutor Urânio

Ruca Bourbon, nascido na Póvoa de Varzim, licenciou-se em Belas Artes na Universidade do Porto onde desenvolve as tecnicas de colagem, fotomontagem, assemblagem e tactical media. Após os estudos sediou-se nas Fontaínhas, Porto, onde erige até os dia de hoje o seu teatro de sonhos e o museu particular de despojos culturais. Começa na Vandoma a sua uma carreira como negociante de sucata, quinquilharia e brica braque. Pratica os fundamentos da Teoria da Desorientação tanto na sua obra como na sua vida, daí nascendo o heteronimo, Doutor Urânio. Viveu um ano em Sevilha para investigar sobre psicogeografia e guerrilha urbana. Socio fundador do Atelier Logicofobista, criador do canal online Air Loom TV, coleccionador de anomalias, acontecimentos raros e factos obscuros. O artista teve e tem vários projectos sonoros, artesão de brinquedos electronicos modificados, acordeonista de tascos, DJ Urânio & MC Sissi e Rádio Sonoplasmática.
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  Tomé Duarte

1988
Frequentou a licenciatura em Artes Plásticas e Intermédia na Escola
Superior do Porto, o mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas
na Faculdade de Belas Artes do Porto, e concluiu recentemente uma
pós-graduação em Fotografia na Manchester Metropolitan University,
com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.
Expõe regularmente, desde 2009, no âmbito nacional e internacional.
Vive e trabalha entre Manchester e Liverpool, onde se encontrar a
preparar a proposta de doutoramento.
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  Curadoria de
  Curated by
  Inês Castanheira
 
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Rua do Bonjardim, 1176 - Porto
  Aberto na Inauguração
  Open at opening
  Visitas por marcação após inauguração
  Visits by appoinment after opening
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apoio:

Halogeneo - audiovisuais

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