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  INAUGURAÇÃO
  OPENING
   
 


de 19.11 a 30.12
16.30 h


Ana Battaglia Abreu
Catarina Lopes Vicente
Francisco Moura Relvas + Jorge Lourenço
Gonçalo Araújo

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  ANA BATTAGLIA ABREU

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"Com pele de ostra, não dançava sozinha"
Vídeo-projeção com áudio em loop
5'36''
2022

Tendo como ponto de partida a criação de uma instalação que fugisse do tempo e do lugar, e que em simultâneo deles falasse. Uma tentativa plástica de retratar um vivo. Uma instalação-performativa onde o "ser" que a cria e o “ser” que ela resulta, são um - ou então são vários.
Uma cápsula concha translúcida ou um raio do por-do-sol que contém um ser no seu interior.
Com pele de ostra, não dançava sozinha, é um vídeo de uma fantasia sobre um respirar que se vai apresentando indiferentemente de um corpo, género ou génese*.
Propondo questões sobre a fluidez da criação física e/ou virtual; as capas ou as peles que vestimos; a transmutação dos organismos vivos; a aproximação do onírico ou até da quimera; e ainda sobre uma eterna dança da qual todos somos praticantes e não estamos sós.
  
*gé-ne-se 
(feminino, grego génesis, -eos, origem, fonte, início, produção, geração, criação) elemento de composição
Exprime a noção de origem ou produção (ex.: antropogénese, criminogénese, termogénese).
1. A geração; sucessão dos seres.
2. Origem.
3. Sistema cosmogónico.
4. Conjunto dos factos ou elementos que concorrem para a formação de alguma coisa.
 
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  CATARINA LOPES VICENTE

POSTE

"drawing"
1’56’’
b/w, loop
2022
 
drawing surgiu como resposta a um exercício proposto pela artista Sonja Thomsen no contexto do Curso de Artes Visuais da Flad no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Açores.
O exercício tinha como ponto de partida a proposta Image Construction da artista Leslie Hewitt. A proposta consistia na criação de uma/ou várias listas, de palavras ou frases simples que servissem como início de um sistema para mapear o nosso processo subjectivo de construção de uma imagem. Esse sistema composto por palavras ou frases simples serviria como um image constructor. O objectivo era a criação de um sistema que substituísse o impulso de fotografar, de gravar, desenhar ou pintar uma imagem.
 
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FRANCISCO MOURA RELVAS + JORGE LOURENÇO

POSTE

"Estado de Sítio"
6'27''
cor/som
4k

Estado de sítio reflecte sobre um lugar indeterminado onde a estabilidade e os próprios direitos ficam em suspensão. Funcionando como mecanismo de defesa, conduz a um estado de alerta sobre os estímulos do exterior, ainda que possa ser um paradigma silencioso do conflito interior. Num campo individual, seria como que uma acção biopolítica auto-imposta, deixando o indivíduo no limite da sua lucidez. A narrativa descreve-se por uma ventilação que intensifica gradualmente e que depois retoma o ritmo inicial, desenhando no tempo uma constante ciclicamente viciosa.

 
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  GONÇALO ARAÚJO

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"A Vida em 6 minutos e 12"
6'12''
Mp4 1920x1080p 24f
 
Olá! Quantas histórias pode um vídeo contar? Esta é uma delas, em que está tudo muito explicadinho, ou não?
A vida cabe nestes 6 minutos e 12, por muito que as palavras contrariem as imagens e vice-versa.
Agradecimentos à Joana Ribeiro, Miguel Almeida, Vitor Israel e Albert. Que de forma mais directa ou indirecta tornaram este vídeo o que ele é.
 
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Ana Battaglia Abreu

Nasce em Lisboa em 1995, estudou nas Caldas da Rainha e nos últimos anos mudou-se para Mafra onde vive e tem o seu atelier.
Frequentou a Escola Secundária Artística António Arroio em Lisboa onde realizou os seus estudos em Design de Equipamento. Posteriormente realizou uma licenciatura em Artes Plásticas na ESAD Artes e Design nas Caldas da Rainha e Erasmus na ABAAQ Accademia di Belle Arti em Itália, L'Aquila. Regressa à ESAD.CR para realizar o seu mestrado em Artes Plásticas, que termina em 2019. 
Começa a expor em 2016, com uma exposição individual intitulada Corpos, na galeria RA 100 Arroios em Lisboa, desde aí tem participado em diversas exposições coletivas em Portugal e no estrangeiro (mais especificamente Itália e Macau).  
Adquire desde 2010 experiência performativa com a Amalgama Companhia de Dança, que se foi revelando importante para o pensamento e realização das suas obras bem como parte integrante das próprias obras em si.
Foi curadora convidada das exposições CAM Casino Arts Meeting, da plataforma Unitygate durante 3 anos consecutivos ( 2016/2017/2018) na galeria do Casino Lisboa. Em 2017 foi selecionada para o Concurso-Prémio Arte Jovem, da Carpe Diem Arte e Pesquisa. Nesse mesmo ano, passou a fazer parte da Coleção dos Múltiplos da Carpe Diem A.P. ; participa numa residência em Alcanena, deixando uma peça permanente instalada no contexto da exposição ArteNatura'17.
Em 2018 participa numa exposição colectiva na Casa Bernardo, nas Caldas da Rainha e sucessivamente o mesmo grupo expõe colectivamente na Galeria 7, em Coimbra com a exposição “não tenhas pressa de gostar muito”. 
Em 2019 realiza uma instalação interativa BodySkyline, inserido num espectáculo de dança no Fringe Festival 2019, em Macau. Em 2020 participa em exposições colectivas em Lisboa, “LET US FLOP”, na Galeria Duplex; "A cidade é a casa é a cidade é a casa” na Galeria Liminare; inaugura um novo espaço expositivo nas Caldas da Rainha- O Moinho, com uma exposição individual: A mais contínua de todas as formas, a convite da Eletricidade Estética.
Em 2021 integra o projecto “Nascentes”, uma residência artística interdisciplinar pela CCER MAIS em Leiria e expõe na Galeria Espaço da Concas nas Caldas da Rainha, integrando o projeto KÖRPER - Mostra de Artes Performativas.

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  Catarina Lopes Vicente

Catarina Lopes Vicente (Lisboa, 1991) vive e trabalha no Cacém, Sintra.
Expõe regularmente desde 2012, com destaque para as exposições: chave na serradura, exposição colectiva, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Açores; Não toques nos objectos imediatos, Alvito. O Túnel do Javali, um projeto colaborativo de Daniel Fernandes no Espaço Pontes, Associação Luzlinar, Fundão; It’s the end of the world as we know it and I feel fine / not fine, 601 Artspace, Nova York; Glória, Appleton - Associação Cultural; metal, osso e gesso, Giefarte; Desenhos, Teatro da Politécnica, Artistas Unidos. Ganhou a Bolsa de Artes Visuais da Fundação Calouste Gulbenkian.
 
+ https://catarinalopesvicente.weebly.com/about.html

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Francisco Moura Relvas + Jorge Lourenço

Francisco Moura Relvas (1985, Coimbra) é mestre em Som e Imagem pela Universidade Católica Portuguesa, no Porto. Actualmente é um dos membros do estúdio Campanice, no Porto.
 
Jorge Lourenço (1990, Póvoa de Varzim) é licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, tendo frequentado a Latvijas M?kslas Akad?mija em Riga ao abrigo do programa de mobilidade Erasmus. Em 2018 concluiu a Pós-graduação em Arte Cinemática na Universidade Católica Portuguesa, no Porto. Actualmente é um dos membros do estúdio Campanice, no Porto.

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  Gonçalo Araújo

(Braga,1993) é licenciado emArtes Plásticas - Multimédia pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto em 2017. Membro do colectivo “Artristas” e do colectivo Rua do Sol, músico na banda “Cubranco”e a solo como Zé Gonçalo. As suas obras a destacar a solo ou em grupo são a exposição “Zimbório” (2016) na Casa Andresen no Jardim Botânico do Porto, o vídeo “Foge que te acaço” (2018) na exposição “No dia seguinte está o agora” no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, o filme “Anjo da guarda” (2019) vencedor do Open call do Encontrarte Amares, a escultura musical “Boca de Raia” (2019) vencedora do Open call Noite Branca do GNRation. Desde 2020 é técnico assistente do Auditorio CCOP.

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  poste
 
   
 
  Curadoria de
  Curated by
  Francisco Venâncio

Lisboa, 1990
Vive e trabalha no Porto.
Membro co-fundador do colectivo Campanice.
Estudou na ESAD.CR onde completou a licenciatura e mestrado em Artes Plásticas. Tem exposto regularmente, destacando-se: Como plantar um penedo, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, 2022; Ágora - Bienal de Arte Contemporânea da Maia, 2021; A Play of Boundaries, galeria Carlos Carvalho, Lisboa, 2019; O caminho que corre pelo silêncio, Espaço Mira, Porto. 2019; Quando o tacto se faz contacto, Galeria sala 117, Porto. 2018; Espacios Políticos, Museo Pablo Serrano, Zaragoza, 2017; Caleidoscópio, Maus Hábitos/Galeria do Sol, Porto. 2017; Não é o Sol, é a tocha, Galeria da Livraria Sá da Costa, Lisboa. 2017; Proyector 10th edition, Galeria Nadie Nunca Nada No, Madrid, 2017; Lumen, Casa das Artes de Tavira, 2017. Exposições individuais: brrr, uhh, shhhh, galeria sala 117, Porto, 2019; NADD II, Electricidade Estética, Caldas da Rainha, 2016; Uma Viagem ao Sol, Galeria do Sol, Porto, 2016. 
Tem realizado residências artísticas como: Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, 2022; Viarco, São João da Madeira, 2021; Encontrarte, Amares, 2019; Associação Luzlinar, Feital, 2018; Galeria do Sol, Porto, 2015.
 
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  Poste - vídeo arte
Rua do Bonjardim, 1176, Porto
 
  poste.videoart@gmail.com
  Abertura na inauguração
  Open at opening
  Visitas por marcação após inauguração
  Visits by appoinment after opening
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apoio:

Halogeneo - audiovisuais

Nixfuste.pt
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