|
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- |
|
|
voltar / back |
|
|
 |
|
| |
INAUGURAÇÃO |
|
| |
OPENING |
|
| |
 |
|
| |
04 a 31.07
16 h
Cláudia Simões
Catarina Gentil
Diana Lucena
João Miguel Ramos
Leonor Castro e Silva
...............................................................................
|
|
| |
 |
|
| |
Cláudia Simões |
|
| |
"Ode a Vénus"
vídeo
4’ 00’’
Ed. 3 + 1 PA
2023 |
|
| |
 |
|
| |
 |
|
| |
 |
|
| |
«O luto e a luz andam de mão dada», uma peça sobre o maternal, sobre todas as mulheres; a Terra e o Mar, e a sua união como ventre.
Foi gravada na praia onde o pai da artista, pescador, costuma praticar essa mesma atividade e a concha representada pertenceu outrora à sua mãe. Um vídeo com exatamente quatro minutos em virtude do seu simbolismo na numerologia, e com uma inspiração não-intencional na pintura “O Nascimento de Vénus” de Sandro Boticcelli, que pretende articular a noção de origem e o propósito de um nascer. |
|
| |
 |
|
| |
............................................................................... |
|
| |
 |
|
| |
Catarina Gentil |
|
| |
“Do interior construída”
Estrutura em aço (400cm x 450cm x 550cm)
Performance video (on loop)
2023 |
|
| |
 |
|
| |
 |
|
| |
 |
|
| |
“Como se constrói uma casa?
Uma casa constrói-se cuidando. De dentro para fora.
Aqui, ela aparece, impondo-se como se ali sempre pertencesse. Pronta.
Sente-se mexer, grande e leve, a afundar na terra com cada passo… cada gesto.
Um descer que é crescer.
Um afundar que é construir.
Não precisa paredes, portas, janelas ou telhado. Com o nada, sente-se o tudo.
A infinitude, escondida numa forma.
Uma casa…
Uma casa constrói-se varrendo. “ |
|
| |
 |
|
| |
............................................................................... |
|
| |
 |
|
| |
Diana Lucena |
|
| |
"Rituais de purificação"
26' 46''
1920 x 1080
2026 |
|
| |
 |
|
| |
 |
|
| |
 |
|
| |
............................................................................... |
|
| |
 |
|
| |
João Miguel Ramos |
|
| |
"Constellation F-BAZN"
vídeo
5' 06''
cor, som
2026 |
|
| |
 |
|
| |
 |
|
| |
 |
|
| |
Constellation F-BAZN propõe-se como um processo de bastidores para a reconstituição da aterragem do Lockheed Constellation F-BAZN, aeronave que, procedente de Paris e com destino a Nova Iorque, se despenhou em São Miguel, Açores, a 27 de outubro de 1949.
Conciliando imagens captadas em película 16 mm, imagens digitais e imagens geradas por computador, produzidas a partir do Pico da Vara e de uma aproximação ao lado leste da ilha de São Miguel, encena-se um não-acontecimento.
Música: Poème (Ernest Chausson, 1896), interpretado por Ginette Neveu (violino) com a Czech Philharmonic, Praga, 1946.
|
|
| |
 |
|
| |
............................................................................... |
|
| |
 |
|
| |
Leonor Castro e Silva |
|
| |
“Aterro”
vídeo monocanal, found footage collage, cor, som
3' 03''
2026 |
|
| |
 |
|
| |
 |
|
| |
 |
|
| |
O Aterro de Maceda, localizado no Perímetro Florestal das Dunas de Ovar, esteve em funcionamento entre 1973 e 1999, recebendo durante décadas resíduos urbanos e industriais.
Atualmente desativado, situa-se a cerca de 550 metros de uma das linhas de costa mais vulneráveis à erosão em Portugal. Em fevereiro de 2026, na sequência de fortes tempestades, o mar avançou mais de vinte metros sobre a estrutura periurbana neste local. Se nada for feito, poderá chegar ao aterro nos próximos cinquenta anos. A responsabilidade pela gestão e monitorização do aterro continua sem uma definição clara entre as entidades competentes, preocupando a autarquia e a comunidade.
Para proteger o aterro, é urgente proteger a costa.
|
|
| |
 |
|
| |
............................................................................... |
|
| |
 |
|
| |

Poste 2.0 |
|
| |
 |
|
| |
|
|
| |
 |
|
| |
|
|
| |
 |
|
| |
|
|
| |
 |
|
| |
|
|
| |
 |
|
| |
|
|
| |
 |
|
| |
|
|
| |
 |
|
| |
|
|
| |
 |
|
| |
|
|
| |
 |
|
| |
|
|
| |
 |
|
| |
|
|
| |
 |
|
| |
|
|
| |
 |
|
| |
...............................................................................
............................................................................... |
|
| |
 |
|
| |
Cláudia Simões
|
|
| |
(n. 1998, Sintra) descreve o seu trabalho como fruto de uma constante relação com o mundo natural. Articulando conceitos como luto, memória, ausência, organicidade e imaterialidade, reconhece-se como uma «agricultora de nitrato de prata», onde o semear, a espera e a contemplação são elementos imprescindíveis à sua expressão autoral. No seu processo reflete acerca da efemeridade através do único meio reconhecido como o que estagnará o memento mori.
|
|
| |
 |
|
| |
............................................................................... |
|
| |
 |
|
| |
Catarina Gentil
|
|
| |
(1998, Portugal) estudou Artes Plásticas, ramo de escultura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2016-2020). Foi estagiária no museu de arte moderna Peggy Guggenheim e no pavilhão Americano da Bienal de Veneza. Recebeu diversas bolsas de criação, incluindo uma residência na RAMA, instituição para a qual trabalha atualmente; um projeto de criação de arte pública, O laboratório de coisas inúteis e um curso de artes plásticas realizado pela FLAD. Expõe regularmente desde 2020, contado com a exposição coletiva, Religar. Deslocações #2, no Museu Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso, a exposição em dupla, Linha Ténue com a artista Ânia Pais, a exposição em dupla, Peso dos olhos, peso dos ossos, como o artista Paulo Brighenti, curadoria de Ana Ancleto, e a exposição individual, Nestas formas de existência, curadoria de cláudia simões, no museu de História Natural e da Ciência de Lisboa. |
|
| |
 |
|
| |
............................................................................... |
|
| |
 |
|
| |
Diana Lucena |
|
| |
É uma artista e designer, sediada no Porto. Licenciada em Artes Plásticas - Ramo Multimédia e mestre em Design de Comunicação e Projectos Editoriais na FBAUP, tem vindo a desenvolver o seu trabalho explorando temas como a memória, história, folclore e o arquivo. Especialmente interessada em arte, arquivo, fotografia, livros e ilustração, o seu trabalho tem explorado estas áreas, onde o seu fascínio pela imagem e a sua construção tem guiado o seu percurso. |
|
| |
 |
|
| |
............................................................................... |
|
| |
 |
|
| |
João Miguel Ramos |
|
| |
Nasceu em 1994, em São Miguel – Açores, Portugal. Vive e trabalha entre o Porto e os Açores. É licenciado em Artes plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2016). Hochschule für grafik und buchkunst leipzig (2019). Concluiu o Mestrado em Artes Plásticas - Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2020). Desenvolve o doutoramento pela mesma instituição.
Trabalha de forma aberta e multidisciplinar, tendo a pintura como forma geral de enquadramento. Expõe frequentemente destacando-se: ‘Surfistas, ca.1963’, Porta do Cavalo – Extéril, Porto (2026); ‘O Processo #1, #2, #3’, Tribunal da Relação, Porto (2026); ‘Celebração e Resiliência’, Galeria Fonseca Macedo, Açores (2025); ‘15’ de Fama’, Galeria Ocupa, Porto (2025); ‘First Step’, Galeria Bigger Splash, Lisboa (2024); ‘1.2.3. O Prado Infinito’, Galeria Fonseca Macedo, Açores (2023); ‘A Transmitir de’, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Açores (2022); ‘3 Máquinas’, Galeria Fonseca Macedo, Açores (2021). |
|
| |
 |
|
| |
............................................................................... |
|
| |
 |
|
| |
Leonor Castro e Silva |
|
| |
Porto, 1996.
Licenciada em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e mestre em Arte Contemporáneo, Tecnológico y Performativo pela Universidad del País Vasco.
Artista interdisciplinar, desenvolve uma prática baseada na investigação que examina criticamente questões de identidade, território e memória, a partir de metodologias processuais e etnográficas. O seu trabalho cruza criação artística e projetos colaborativos em Portugal e Espanha, numa prática atenta à dimensão social da arte e ao seu potencial de encontro e construção coletiva. |
|
| |
 |
|
| |
............................................................................... |
|
| |
|
|
| |
 |
|
| |
 |
|
| |
 |
|
| |
Curadoria de |
|
| |
Curated by |
|
| |
 |
|
| |
Araújo Mota Teixeira |
|
| |
 |
|
| |
É um coletivo composto por Fábio Araújo (1996), Rui Mota (1997) e Alexandre Teixeira (1996), formado em 2022. Integrando dois artistas plásticos e um programador cultural, o coletivo resulta de uma sucessão de acontecimentos e encontros onde o principal tópico de discussão era de potencializar e concretizar ideias e projetos. |
|
| |
 |
|
| |
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- |
|
| |
 |
|
| |
Poste - vídeo arte
Rua do Bonjardim, 1176, Porto |
|
| |
 |
|
| |
poste.videoart@gmail.com |
|
| |
Abertura na inauguração |
|
| |
Open at opening |
|
| |
Visitas por marcação após inauguração |
|
| |
Visits by appoinment after opening |
|
| |
............................................................................... |
|
| |
apoio:
Halogeneo - audiovisuais
Nixfuste.pt |
|
| |
............................................................................... |
|
 |
 |
 |
 |
 |
|
| |
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- |
|
| |
voltar / back |
|